Meninas com mania de peitão

1022peitos.jpgConheça as histórias de 5 meninas que fazem tudo por um sutiã tamanho 44!

Capítulo 1: Bárbara e o golpe dos 3 sutiãs

Quando tinha sede, Bárbara, 15 anos, pegava um copo, enchia de água e ia tomar atrás da porta. É que uma amiga tinha contado que graças a essa simpatia ela tinha virado a mais peituda da sala. Bárbara tentou, mas não conseguiu. Aí começou a apelar para as forças mais terrenas. No caso, 2 sutiãs. Ou 3. E com muito bojo.

“Todo mundo acha que eu sou mais nova, então gosto de usar blusas decotadas”, conta. Com recheio, claro. Na hora do perfil do orkut, ela resolveu tentar o mesmo golpe – e sem o poder do photoshop.

Chamou uma amiga para uma seleção de fotos e, juntas, experimentaram todos os ângulos possíveis até descobrirem o que as deixava com um profile de peito: blusa decotada, cotovelos grudados ao corpo e foto tirada de cima.

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Capítulo 3: Thaís e os seios de plástico

Quando viu o Invisible Bra (pra quem não sabe, é aquele sutiã de plástico, com textura de peito, que é colado à pele) pela primeira vez, Thaís ficou alucinada. Mas eles eram muito caros e só dava pra comprar com cartão de crédito. Como ela iria pedir pra avó comprar? Solução: um dia, encontrou no camelô um modelo por 30 reais. Foi a glória!

Ela comprava um atrás do outro e, de vez em quando, colocava até 2! Depois de 3 anos gastando dinheiro e tentando se convencer de que tinha peitos grandes, caiu a ficha: “Um garoto com quem eu ficava disse que não precisava fazer isso porque eu tinha um corpo legal.

Fora que, quando tá rolando o maior climão e um cara tira a blusa, você tem que disfarçar, tirar a mão dele do lugar proibido… Uma hora todo mundo vê que a propaganda é enganosa.”

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Capítulo 4: Ana e a operação mão-boba

Disfarçar na hora H sempre foi um problema pra Ana, 19 anos. Ela, que também sempre usou 2 sutiãs, tomava todos os cuidados do mundo com seus rolos e afins: não deixava o cara passar a mão, não usava sutiã com fechos arriscados (que podem abrir sem você perceber) e, se precisasse, até beijava de olho aberto. “Até que deu certo. Nunca fui descoberta.”

O único cara que sacou foi o namorado, com quem está há um ano e meio. “Só não morri de vergonha porque a gente era amigo muito tempo antes de rolar alguma coisa e ele sabia do meu complexo.” E aí? “Ele riu da minha cara, disse que eu era linda do jeito que eu sou e que eu não precisava usar tantos sutiãs.”

Não adiantou muito. Ela vai continuar usando quantos sutiãs forem necessários até o mês que vem, quando colocará silicone.

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Capítulo 6: Ângela pagando mico

Sufoco mesmo foi o que passou a Ângela, 17 anos, que tem uma irmã gêmea quase idêntica. Aos 14 anos, cansada de ser classificada como “a com menos peito” e tentada a usar um tomara-que-caia básico em uma festa, colou um Invisible Bra e caiu na pista. Ou melhor, caíram.

Ela e o sutiã – que desgrudou do lugar e foi parar na barriga. Quando as amigas olharam, a Ângela estava lá, com 4 peitos. Só deu tempo de sair correndo para o banheiro para arrumar o sutiã. “Acho que a cola gasta com o tempo e acabei me dando mal.”

Tanto que desistiu do truque, ainda mais seguro que o da Débora, que – acreditem – foi a uma festa usando 2 bexigas cheias de água como enchimento de sutiã. Claro que não deu certo: uma das bexigas caiu e ela pagou o maior mico. Miquinho, na verdade. Nada que se compare ao medo King Kong de parecer sem peito.

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Capítulo 7: a história do peitão

* Recado:

Alguns cirurgiões não recomendam a operação de colocar silicone antes dos 18 anos, outros já liberam 2 anos após a primeira menstruação. De qualquer forma, cada caso deve ser avaliado por um médico, pois o procedimento requer anestesia peridural (aquela que é dada na coluna e anestesia os membros superiores) e, em alguns casos, até a geral.

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